Alívio de dor
Analgésicos e opioides prescritos, administrados nos horários exatos. Monitoramento contínuo.
Alívio de dor, controle de sintomas, escuta ativa. Cuidador e enfermeiro com experiência em cuidado paliativo, integrados à equipe médica.
Cuidado paliativo é dedicado a pacientes com doença ameaçadora da vida — câncer avançado, insuficiência cardíaca ou respiratória severa, demência em fase final, ELA. O foco muda: não é mais curar, é oferecer o máximo de conforto. Alívio de dor, controle de náusea e dispneia, respeito à autonomia do paciente e da família.
Muitas famílias resistem à ideia de cuidado paliativo porque associam a "desistir". É o contrário: é escolher qualidade de vida sobre procedimentos invasivos que não vão prolongar a vida de forma significativa. Estudos mostram que pacientes em cuidado paliativo domiciliar sofrem menos, têm menos internações, e frequentemente vivem MAIS que os que insistem em tratamentos agressivos.
O cuidado em casa é diferente do hospitalar. O paciente fica no seu ambiente, com sua família, respeitado nos seus limites. Cuidador e enfermeiro trabalham em parceria com a equipe médica de paliativa — administram medicação analgésica prescrita, monitoram sintomas, comunicam mudanças, apoiam emocionalmente a família. É trabalho técnico E humano.
Analgésicos e opioides prescritos, administrados nos horários exatos. Monitoramento contínuo.
Náusea, dispneia, constipação, ansiedade — cada sintoma tem manejo específico.
Higiene delicada, mudança de decúbito, hidratação da pele, posicionamento com coxins.
Paciente e família precisam falar. Cuidador escuta sem julgar, sem apressar.
Orientação, presença, respeito ao ritmo de cada um. Luto começa antes.
Comunicação com médico paliativista, enfermeiro coordenador, psicólogo.
Cuidado focado em conforto e qualidade de vida pra pacientes com doença ameaçadora da vida. Não é abandonar — é priorizar alívio de dor, controle de sintomas, respeito à autonomia. Pode caminhar junto com tratamentos ou substituí-los quando eles não trazem mais benefício.
Não. Pode começar em qualquer fase de doença avançada — meses ou anos antes do fim. Quanto mais cedo começa, maior o benefício (menos sofrimento, menos internações). O cuidado em fim de vida propriamente dito chama-se cuidado ao paciente em terminalidade.
Ambos, geralmente. Enfermeiro administra medicação analgésica (opioides, sedação paliativa se prescrita), monitora sintomas técnicos. Cuidador mantém rotina de higiene, alimentação, presença. Em fase de sofrimento intenso, plantão 24h com revezamento é comum.
Sim, e cada vez mais famílias escolhem. Requer equipe médica de paliativa acompanhando, enfermeiro/cuidador presente, medicação de conforto disponível, e alinhamento prévio sobre não hospitalização se for a vontade do paciente. A CoraLink não organiza a equipe médica — a família precisa ter esse acompanhamento. O cuidado do dia a dia a gente conecta.
Cuidador com experiência em paliativa: diária 12h R$ 220-350; 24h em revezamento R$ 550-780/dia por cuidador. Enfermeiro pra manejo de medicação: visita R$ 150-250, ou plantão 12h R$ 380-580. Custa menos que UTI e permite conforto que hospital não oferece.