Curso de cuidador (recomendado)
Não obrigatório por lei, mas aumenta muito sua taxa de contratação. Carga mínima 160h.
Guia completo: o que precisa, curso, MEI, quanto cobrar por plantão, e como conseguir cliente sem depender de indicação por indicação. Se você quer começar a atender por conta própria em SP capital ou Grande ABC, este texto é seu ponto de partida.
O cuidador de idosos autônomo atende diretamente famílias (sem intermediário fixo) na casa do idoso. Presta apoio nas atividades do dia a dia: higiene, alimentação assistida, uso correto de medicamentos, mobilização, companhia, observação de sinais e comunicação com a família.
Diferente do enfermeiro ou do técnico de enfermagem, o cuidador não faz procedimentos técnicos (aplicação de injeção, curativo complexo, sonda). Faz presença qualificada: alguém treinado para observar, apoiar, prevenir quedas e sustentar a autonomia possível do idoso.
Como autônomo, você monta sua agenda, define seu preço e escolhe quais famílias atende. Pode focar em plantão diurno, noturno, 12h, 24h em revezamento com outro cuidador, diária, ou acompanhamento fixo por semana.
Não obrigatório por lei, mas aumenta muito sua taxa de contratação. Carga mínima 160h.
RG, CPF, comprovante de residência, atestado de antecedentes criminais (algumas famílias pedem).
Ter atendido idosos antes é vantagem. Sem experiência formal, comece por indicação familiar/vizinho.
Cuidador é ocupação permitida no MEI. Custa ~R$ 70/mês e permite emitir nota fiscal.
Pra usar app de captação de cliente (CoraLink, por exemplo), receber pagamentos e comunicação.
Preferencialmente com Pix ativo — a maioria dos pagamentos hoje é feita por Pix.
O mercado varia bastante por perfil do cuidador (com curso? experiência longa?), complexidade do idoso (autonomia parcial? acamado?) e região. Faixas gerais como referência (2026):
Se atender via CoraLink, você define o valor da proposta e o app mostra o valor líquido (após 6,5% + R$ 3,99) antes de enviar. Sem mensalidade.
1. Indicação (rede de contatos). Comece contando pra família, amigos, vizinhos, ex-colegas de trabalho, farmácia do bairro. Peça pra divulgarem se ouvirem alguém procurando cuidador. É o mais lento (depende de sorte) mas gera clientes de longa duração.
2. Panfleto e cartão em bairros com muitos idosos. Deixe cartão em farmácia, clínica geriátrica, clube de terceira idade, mercado do bairro. Barato, mas dá poucos retornos e demora.
3. Aplicativo especializado (CoraLink). Cadastro grátis, receba solicitações compatíveis com sua região e disponibilidade, envie proposta e feche pelo app. Volume alto, sem depender de sorte. Ideal como canal principal ou complementar às indicações.
Baixe o app do Profissional na Google Play, preencha perfil (formação, experiência, cidades, horários).
Poste nas redes sociais que começou a atender como cuidador autônomo. Compartilhe seu perfil da CoraLink.
SENAC, SENAI, ONG local — curso de 160h aumenta muito sua taxa de conversão de propostas.
portaldoempreendedor.gov.br — grátis online. Categoria "cuidador de idosos independente".
As primeiras avaliações são as mais importantes. Capriche no cuidado, seja pontual, comunique família.
Não é obrigatório por lei federal, mas o curso de cuidador de idosos (carga de 160h em média) é fortemente recomendado. Aumenta muito sua taxa de contratação, dá segurança pra família e cobre tópicos essenciais: primeiros socorros, higiene, alimentação assistida, uso de medicamentos, mobilização, sinais de alerta.
Existem escolas técnicas e ONGs que oferecem curso reconhecido: SENAC, SENAI, CIEE, Casa do Cuidador, e cursos livres em universidades. Prefira cursos com carga mínima de 160h, estágio prático e certificado com validade nacional. Alguns são gratuitos via programas municipais — vale consultar a prefeitura da sua cidade.
Depende de turno, complexidade do idoso e região. Faixas comuns: diária diurna 12h R$ 180–R$ 320; plantão noturno 12h R$ 150–R$ 260; 24h em revezamento R$ 400–R$ 600 por profissional/dia. Quem faz apenas plantão sem contrato fechado geralmente ganha por diária ou pacote semanal.
Antes: indicação (rede de contatos), panfleto em bairro, redes sociais. Hoje: plataformas digitais como a CoraLink resolvem a captação — você se cadastra grátis, recebe solicitações compatíveis com sua região e envia proposta. Ganha em volume e reduz tempo procurando cliente.
Se a família pedir, sim. A saída simples é ser MEI (Microempreendedor Individual) — a categoria "cuidador de idosos, doentes e deficientes físicos, independente" é permitida no MEI. Custa cerca de R$ 70/mês em INSS e permite emitir nota fiscal eletrônica pela prefeitura.
Sim, desde que não haja cláusula de exclusividade no contrato CLT. Muitos cuidadores combinam plantão CLT em clínica geriátrica com atendimento domiciliar autônomo pela CoraLink nos dias sem escala.